A Ovella Revista surgiu no final de 2025, quando três jornalistas cansados de cobrir «o que está bombando» decidiram escrever sobre o que sustenta a vida real: a mesa do sábado, a galeria de esquina, a feira que não tem perfil no mapa, o bolo que demora duas horas porque ninguém está com pressa.

O nome vem de «ovella» — palavra que evoca algo simples, redondo, completo. Não é revista de luxo nem guia de viagem. É publicação editorial independente focada em design do cotidiano, gastronomia sem teatro, lazer de fim de semana e cenas culturais que ficam fora do eixo óbvio das grandes cidades e dos algoritmos.

Como editamos

Cada matéria começa com uma conversa — na cozinha, na oficina, na calçada, no café. Visitamos o lugar, ouvimos quem vive aquilo, e só então escrevemos. Não fazemos listas patrocinadas disfarçadas de reportagem. Não publicamos «os dez melhores» de nada. Preferimos uma história bem contada a dez endereços mal visitados.

Publicamos em português brasileiro, com datas e contexto locais. Nosso ritmo é semanal, no espírito de revista de fim de semana: sete textos recentes, um destaque principal, edição que você pode ler inteira numa tarde de domingo.

O que não somos

Não somos agência de viagem, consultoria gastronômica nem marketplace de experiências. Não vendemos ingresso, não intermediamos reserva e não recebemos pagamento de estabelecimentos para aparecer em matéria. Quando há parceria comercial — rara —, ela é identificada com clareza.

Se você encontrou um erro factual, escreva para [email protected]. Corrigimos com transparência, conforme nossa política editorial.

Equipe

Lívia Mendes — editora de design e espaços. Escreve sobre objetos, interiores modestos e cultura visual fora dos museus grandes. Passou por redações de arquitetura e lifestyle em São Paulo.

Thiago Rocha — editor de mesa e cozinha. Cobre gastronomia simples, rituais alimentares e o que acontece quando a receita tem poucos ingredientes e muita atenção.

Ana Paula Souza — editora de cultura e lazer. Percorre cidades brasileiras atrás de bairros, festas e cenas que o turismo de massa ainda não formatou.

A redação funciona de forma remota, com encontros presenciais quando a matéria exige. Somos pequenos de propósito: isso nos mantém próximos do tom de conversa que queremos publicar.